quarta-feira, 28 de março de 2012

Nem Ibra, nem Messi


Nem Ibra, nem Messi. Milan e Barça fazem jogo duro e empatam por 0 a 0

Clube catalão não passava um jogo em branco pela Liga dos Campeões desde 2009. Time cria chances, mas esbarra na força defensiva italiana



Para quem esperava gols de Ibrahimovic ou show de Messi no duelo entre Milan e Barcelona nesta quarta-feira, decepção. Em partida amarrada e bastante pegada no estádio San Siro, principalmente no segundo tempo, italianos e espanhóis ficaram no 0 a 0 no jogo de ida pelas quartas de final da Liga dos Campeões.
O time rossonero saiu, de certa forma, comemorando o resultado. Afinal, conseguiu não levar gol do adversário que havia marcado nas oito partidas que disputara nesta Champions. Na verdade, o Barça não passava em branco no torneio continental desde 4 novembro de 2009, quando ficou no 0 a 0 diante do Rubin Kazan.
Agora, o clube catalão, que dominou a maior parte do confronto, precisa vencer os rossoneri no Camp Nou, na próxima terça-feira, para avançar às semis. O mesmo vale para o Milan, que, mesmo sem Thiago Silva, foi forte na defesa e segurou o ímpeto rival. Se arrancar um novo empate na volta, mas com gols – como conseguiu na atual fase de grupos (2 a 2) -, a equipe da Velha Bota passa de fase.



Robinho perde gol incrível
Com Robinho e Ibrahimovic formando a dupla de ataque, o Milan começou em cima do Barcelona , que tinha os desfalques dos laterais-esquerdos Adriano e Abidal (Puyol jogou improvisado no setor, com Mascherano deslocado para zaga). E logo aos dois minutos, essa pressão sobre a defesa catalã surtiu efeito. Seedorf roubou a bola, tocou para Robinho que passou para Ibrahimovic chutar em cima da zaga. No rebote, o ex-atacante do Santos, sozinho na pequena área, foi querer bater de primeira e mandou na arquibancada.
A resposta do Barça não demorou. Aos cinco, Messi bateu falta errado e escorregou. Mas craque é craque. O erro virou um "passe": a bola sobrou à feição de Keita, que acabou desperdiçando boa chance.
Aos nove, Xavi achou Messi na esquerda. O argentino bateu rasteiro, e Abbiati deu rebote que, por pouco, não se transformou no primeiro gol culé por intermédio de Daniel Alves.

Barça pede pênalti
Os dois lances abalaram um pouco o Milan, que recuou e passou a ver o Barça destilar seu conhecido toque de bola. E, de pé em pé, os espanhóis ficaram próximos de abrir o marcador. Aos 15, após cobrança de falta ensaiada, a bola sobrou para Sánchez na pequena área. Ao tentar tirar de Abbiati, o chileno foi tocado pelo goleiro e caiu. Pênalti? Não para o árbitro sueco Jonas Eriksson, que deu tiro de meta para desespero de Pep Guardiola no banco de reservas.
Entrincheirado, o Milan, que não contou com Thiago Silva e Alexandre Pato (ambos lesionados), conseguiu voltar a passar do meio de campo somente aos 19. Seedorf deu lindo passe para Ibrahimovic no meio da zaga. O sueco dominou com estilo, mas, na hora do arremate, bateu em cima de Valdés.
Depois do susto, o Barça voltou a encurralar o Milan que parecia um time visitante em pleno San Siro – ainda mais pelo fato de jogar com sua segunda camisa. Apesar das inúmeras tabelinhas, da posse de bola elevada (em média, 65%) e dos quase dez chutes ao gol – todos com muito ou relativo perigo -, o time de Messi, Iniesta e companhia saiu para o intervalo sem conseguir furar a meta de Abbiati.
Jogo duro no segundo tempo
Na volta para o segundo tempo, o Milan buscou valorizar mais a posse de bola e assim diminuir um pouco o ritmo intenso do rival. Com o jogo mais amarrado, até Messi deu uma de brucutu e fez falta feia em Seedorf. No entanto, nada de amarelo para o jogador.
Quem também recebeu pancada de argentino foi Robinho. O camisa 70 rossonero levou um pisão de Mascherano, que não foi advertido, e acabou tendo de ser substituído pelo jovem El Shaarawy, de apenas 19 anos, aos seis. O veterano Nesta devolveu com juros e correção monetária as bordoadas dos hermanos e, aos 12, acertou uma tesoura voadora em Messi na entrada da área. Amarelo merecido para o defensor italiano.
Clone de Robinho entra
Aos 20, vendo que precisava ser um pouco mais incisivo, o técnico Pep Guardiola sacou o medalhão Iniesta, que pouco produziu na partida, e colocou o jovem atacante Tello aberto na ponta esquerda. Logo em seguida, Allegri mudou o time do Milan novamente, trocando Boateng por Robinho, ou melhor, Emanuelson, meia holandês que é muito parecido com o brasileiro.
As mudanças não mudaram muito a cara do jogo, que seguiu amarrado. Somente aos 26 saiu o primeiro lance de perigo. Tello recebeu na entrada da área pelo lado direito da defesa rossonera, driblou um marcador e chutou na rede pelo lado de fora. Messi, entretanto, reclamou com a revelação culé argumentando que poderia ter recebido o passe.
Apesar da cara feia do camisa 10, o lance empolgou o Barcelona que, já com Pedro na vaga de Sánchez, passou a pressionar mais o Milan. Aos 32, após cobrança de escanteio, Puyol apareceu como um raio na marca do pênalti e, de peixinho, cabeceou rente à trave. O veterano defensor, por sinal, completou diante do Milan 549 jogos com a camisa do Barcelona, igualando a marca de Migueli. Acima dos dois, apenas Xavi, que tem 617 partidas.
No último lance, o Milan ainda teve a chance de levantar uma bola na área, mas Seedorf não encontrou Ibrahimovic como queria.
MILAN 0 X 0 BARCELONA
Abbiati; Bonera, Nesta (Mesbah), Mexès, Antonini; Nocerino, Ambrosini, Seedorf, Boateng (Emanuelson); Robinho (El Shaarawy), Ibrahimovic.Valdes, Daniel Alves, Piqué, Mascherano e Puyol; Busquets, Keita e Xavi; Iniesta (Tello), Messi e Alexis Sánchez (Pedro).
Técnico: Massimiliano AllegriTécnico: Pep Guardiola
Cartões amarelos: Seedorf, Nesta, Ambrosini (Milan). Keita (Barcelona)
Estádio: San Siro (Milão, Itália). Data: 28/03/2012. Árbitro: Jonas Eriksson (SUE)






Chelsea vence Benfica


Chelsea vence Benfica em Portugal e garante tranquilidade para a volta

Gol de Kalou deixa ingleses em vantagem na busca pela vaga nas semifinais



Soberano defensivamente e iniciando o jogo sem figurões como Lampard, Drogba e Essien, o Chelsea segurou o ataque do Benfica e, aos 30 do segundo tempo, conseguiu garantir a vitória por 1 a 0 no Estádio da Luz, em jogo válido pela ida das quartas de final da Liga dos Campeões. As equipes voltarão a se enfrentar no dia 4 de abril em Londres. Quem avançar, enfrentrá o vencedor do duelo entre Milan e Barcelona.
O "departamento de espionagem" dos Blues, liderado por Ramires e David Luiz, que já vestiram a camisa do clube português, funcionou. O meia deitou e rolou sobre o lateral Emerson pelo lado direito do ataque, enquanto o zagueiro dominou as ações na defesa,conseguindo salvar um gol quase em cima da linha. O criticado atacante Fernando Torres não marcou, mas teve boa movimentação e deu o passe para o gol da vitória.
Benfica assusta, mas Chelsea mantém controle
O meia Bruno César teve participação nas principais oportunidades do Benfica no primeiro tempo. Aos 18 minutos, o brasileiro fez um ótimo lançamento para Cardozo, que dominou no peito de frente para o goleiro e chutou para fora. Aos 32, o ex-corinthiano arriscou de fora da área, mas Cech defendeu. O jogo estava bom para o Chelsea, que segurou o ataque rival sem sustos. Os donos da casa não conseguiam abrir espaços na defesa, até que os ingleses perceberam que poderiam ser mais ousados.
No fim do primeiro tempo, os Blues quase abriram o placar duas vezes. Torres, aos 38, conseguiu o chute apesar da forte marcação, mas a bola passou por cima do gol. Um minuto depois, o português Raul Meireles, da entrada da área, quase surpreendeu o goleiro Artur, que fez boa defesa espalmando a bola para o lado esquerdo.
Ingleses aproveitam tensão portuguesa
Na segunda etapa, logo no primeiro minuto, Cardozo teve mais uma chance de ouro. O paraguaio aproveitou rebote, mas no meio do caminho estava David Luiz, que evitou a abertura do placar quase na linha do gol. Aos 10, o goleador do Benfica arriscou de fora da área, mas Cech defendeu.
Não era o dia do Benfica, o Chelsea voltou a atacar, e os portugeses sentiram a pressão. Aos 15 minutos, a defesa dos Encarnados falhou, e Mata ficou sozinho na área com a bola. O espanhol dirblou o goleiro, mas acertou a bola na trave. O gol dos Blues saiu de uma boa jogada do atacante Fernando Torres. O atacante avançou com surpreendente tranquilidade pela ponta direita e cruzou para Kalou mafrcar aos 30 minutos.
BENFICA 0 X 1 CHELSEA
Artur, Maxi Pereira, Luisão, Jardel e Emerson; Javi García (Nolito), Bruno César (Rodrigo) e Aimar (Matic); Witsel, Gaitán e Cardozo.Cech, Ferreira (Bosingwa), David Luiz, Terry e Cole; Mikel, Maireles (Lampard), Ramires e Mata; Kalou (Sturridge) e Torres.
Técnico: Jorge Jesus.Técnico: Roberto Di Matteo.
Gols: Kalou, aos 30 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Bruno César e Luisão (Benfica); Meireles (Chelsea).
Estádio: da Luz (Lisboa). Data: 27/03/2012. Árbitro: Paolo Tagliavento (ITA).



http://globoesporte.globo.com/futebol/liga-dos-campeoes/noticia/2012/03/chelsea-vence-benfica-em-portugal-e-garante-tranquilidade-para-jogo-da-volta.html

Kaká deixa o banco e comanda a vitória


Kaká deixa o banco, muda o jogo e comanda vitória do Real sobre Apoel

Brasileiro dá passe para gol de Benzema e faz após lindo lance de Marcelo nos 3 a 0 em Nicósia. Time pode até perder em casa que avançará à semi



Alguns poderão criticar José Mourinho por ter deixado Kaká no banco de reservas. Outros poderão exaltá-lo por ter colocado o brasileiro no "momento certo" em campo. Fato é que o camisa 8 foi o grande nome da vitória do Real Madrid sobre o Apoel, por 3 a 0, nesta terça-feira, no GSP Stadium, em Nicósia, pelo duelo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões.
Titular durante os 90 minutos no último sábado, pelo Campeonato Espanhol, Kaká começou a partida como suplente - Higuaín e Benzema foram os titulares, assim como Özil, que estava suspenso. Ele e o lateral-esquerdoMarcelo entraram aos 17 minutos do segundo tempo. Foi o suficiente para mudarem a cara do jogo, de truncado para resolvido: o meia deu assistência perfeita para Benzema abrir o placar, e fez o segundo após linda jogada do camisa 12. O atacante francês ainda completou o placar no fim e encaminhou a classificação.
O time de José Mourinho poderá até ser derrotado por dois gols de diferença que avançará às semifinais da Champions. Uma improvável repetição do placar a favor dos cipriotas leva o confronto para a prorrogação. A partida de volta acontecerá na próxima quarta-feira, dia 4, no Santiago Bernabéu, às 15h45m (de Brasília).
Real cria pouco; Benzema erra por muito
O Real Madrid teve a bola em 70% do tempo, não foi ameaçado uma vez sequer, mas saiu de campo na etapa inicial sem ter a certeza de que havia jogado bem. Com Marcelo e Kaká no banco de reservas - e com Higuaín e Benzema no ataque -, os merengues encontraram dificuldades principalmente na criação das jogadas. E, por isso, contaram nos dedos as chances que tiveram para marcar o tão importante gol fora de casa nos confrontos de mata-mata.
O time de José Mourinho poderá até ser derrotado por dois gols de diferença que avançará às semifinais da Champions. Uma improvável repetição do placar a favor dos cipriotas leva o confronto para a prorrogação. A partida de volta acontecerá na próxima quarta-feira, dia 4, no Santiago Bernabéu, às 15h45m (de Brasília).
Real cria pouco; Benzema erra por muito
O Real Madrid teve a bola em 70% do tempo, não foi ameaçado uma vez sequer, mas saiu de campo na etapa inicial sem ter a certeza de que havia jogado bem. Com Marcelo e Kaká no banco de reservas - e com Higuaín e Benzema no ataque -, os merengues encontraram dificuldades principalmente na criação das jogadas. E, por isso, contaram nos dedos as chances que tiveram para marcar o tão importante gol fora de casa nos confrontos de mata-mata.
Brasileiros entram e decidem
A aplicação defensiva dos donos da casa se manteve no início do segundo tempo. O Real praticamente estagnou-se, chegava em jogadas esporádicas, sem sequer colocar o goleiro rival para trabalhar. Mourinho se viu obrigado a mexer, e colocou os brasileiros que tinha à disposição.
E as entradas de Kaká e Marcelo melhoraram o rendimento dos merengues. Aos 21, Cristiano Ronaldo cobrou falta na barreira, mas a bola quase sobrou para Sergio Ramos definir de calcanhar. O brasileiro William Boaventura afastou o perigo.
Na 18ª finalização veio o gol. Aos 28, quando já sufocava, os merengues abriram o placar: Marcelo iniciou a jogada pela esquerda e entregou para Kaká, que cruzou na medida para Benzema, dessa vez, não decepcionar. De cabeça, o camisa 9 mandou a bola para o fundo das redes.
Apesar da bonita reação por parte da torcida local, o Real Madrid comandou o jogo até o fim. Aos 30 e 32, Chiotis salvou gols certos de Cristiano Ronaldo e Benzema. Mas ele nada pôde fazer com o bombardeio na sequência: aos 37, Marcelo tabelou com o português, avançou e, mesmo após sofrer pênalti, cruzou para Kaká completar.
Kaká e Marcelo já eram os nomes do jogo, mas Benzema também resolveu entrar na lista no fim. Aos 44, Cristiano Ronaldo iniciou uma rápida trama, que terminou nos pés do atacante francês após bonito passe de Özil: 3 a 0 e a classificação nas mãos.


APOEL 0 X 3 REAL MADRID
Chiotis, Pouraitides, Oliveira (Kaká), Paulo Jorge e William; Nuno Morais e Helio Pinto (Solari); Charalambides, Trickovsky e Alexandrou (Hélder Sousa); Aílton.Casillas, Arbeloa, Sergio Ramos, Pepe e Coentrão (Marcelo); Sahin (Granero), Khedira e Özil; Cristiano Ronaldo, Benzema e Higuain (Kaká).
Técnico: Ivan Jovanovic.Técnico: José Mourinho.
Gols: Benzema, aos 28, Kaká, aos 32, e Benzema, aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: -
Estádio: GSP Stadium (Nicósia). Data: 27/03/2012. Árbitro: Felix Brych (ALE).
http://globoesporte.globo.com/futebol/liga-dos-campeoes/noticia/2012/03/kaka-deixa-o-banco-muda-o-jogo-e-comanda-vitoria-do-real-sobre-apoel.html






Inter Goleia o São José-RS


Inter goleia o São José-RS e permanece 100% no segundo turno

Leandro Damião, duas vezes, e Dátolo marcaram os gols da vitória


 A campanha do Internacional no segundo turno do Gauchão segue irrepreensível. Na tarde deste domingo, o time de Dorival Júnior venceu o São José-RS por 3 a 0. Dátolo e Leandro Damião, duas vezes, marcaram os gols da vitória. A partida foi disputada no Complexo Esportivo da Ulbra, já que o Beira-Rio foi cedido para ser palco do show de Roger Waters.
 Com a vitória, o Inter segue 100% na Taça Farroupilha, com 12 pontos em quatro jogos. Já o São José é o terceiro do Grupo 1, com sete.

Na próxima quarta-feira, o Colorado viaja para enfrentar o Lajeadense, no Florestal. Por sua vez, o São José visita o Santa Cruz, nos Plátanos.
Dorival manteve a estrutura da equipe que enfrentou o The Strongest, na quarta-feira, com o time postado no 4-4-2. O treinador não pôde contar com Guiñazu e Índio, poupados. Elton e Bolívar foram os escolhidos para ingressar nas vagas.

Dessa forma, o time colorado iniciou dominando as ações. O Zequinha basicamente tentava conter as ações ofensivas adversárias. Ex-Grêmio, Anderson Pico, mesmo aparentemente acima do peso, era o destaque do time, quem ajudava na marcação e aparecia como “homem-surpresa”.

Imponente na partida, o Inter abriu o placar logo aos sete minutos, quando Leandro Damião entrou na área e bateu cruzado. Tiago Volpi espalmou, e Jesus Dátolo apareceu para o rebote e só teve o trabalho de dar o toque para as redes.

O Inter continuou melhor após o gol, criando chances claras de ampliar. Aos 15 minutos, João Paulo puxou contragolpe em velocidade e surgiu na cara do gol. No entanto, bateu sem força. Além disso, não teve visão para achar Dagoberto, que entrava livre, pelo lado contrário.

O São José somente acordou para o jogo aos 30 minutos. Foi quando começou a acreditar que tinha chances de incomodar o Inter. Começou com Pico, com uma batida seca por cima da meta. Na sequência, Francisco Alex entrou na área e desperdiçou chance de igualar o marcador.

No fim da etapa, duas boas defesas dos goleiros. Primeiro, Tiago Volpi fechou o ângulo para Damião, quando o atacante foi lançado por cima da zaga. Depois, Cleber cobriu falta da intermediária, e Muriel se lançou no gramado para espalmar.
Gol-relâmpago 

O Inter conseguiu ampliar antes que o cronômetro marcasse um minuto na segunda etapa. Leandro Damião recebeu bola na frente da grande área e bateu colocada, com categoria: 2 a 0.

Confiante, Leandro Damião tentou reviver um de seus principais gols de 2011. Recebeu na área, ajeitou e tentou de bicicleta, rente ao travessão. Cléber, por duas vezes, criou chances de descontar. Na melhor delas, selou o travessão de Muriel em cobrança de falta da intermediária.

Jajá entra bem

Folclórico entre os torcedores, o meia-atacante Jajá substituiu João Paulo na segunda etapa e deu gás ao time vermelho. Logo no primeiro lance, arrancou em velocidade e bateu rente ao travessão. Nos descontos, pedalou na esquerda e cruzou para Marcos Aurélio, que ajeitou para Damião chutar forte, no canto, sem chances para Tiago Volpi.
Com dois gols, Damião se consolida como o artilheiro do time. Na temporada, já são 12 em 14 jogos - sete destes marcados no Gauchão. O artilheiro do estadual é Juba, do Novo Hamburgo, com nove.